5 de abr de 2017

Resenha/Livro: Azeitona


Olá pessoal, tudo bem? No post de hoje trago mais um vídeo no canal!
Dessa vez trago a resenha de um livro e que, já adiantando, eu tive uma leitura e uma experiência maravilhosa: Azeitona, do Bruno Miranda.
Para saber com mais detalhes o que achei do livro, assista ao vídeo abaixo:


Clique em continue lendo para saber mais.

Capa

Como já disse em vídeo, até mesmo a capa desse livro foi um fator que fez com que minha leitura fosse extremamente gostosa e agradável. As cores, que foram baseadas em um dos livros favoritos do autor, combinam perfeitamente entre si, e os detalhes de dentro (mostrados em vídeo) também são incríveis!



Marcações
Tiveram MUITOS momentos em que dei muita risada, e também muitos momentos em que Bruno me fez pensar “como pode aquele bobão do Youtube escrever coisas tão profundas e críticas?”, e esses momentos foram necessários de serem marcados! Confira-os abaixo:


"- Deve ser legal ser rico pra cacete, né? - Ian não foi muito sutil.
- Hum, acho que é - Caio respondeu sem interesse. - Na verdade não sei, nunca parei pra pensar nisso.
- Desculpa, você é só uma criança. É que, quando você fica mais velho, você meio que começa a pensar nisso, sabe? Porque tem esse monte de coisa com que você precisa lidar. Faculdade, os seus sonhos, você imagina como vai ser o futuro.
Ian se desconcentrou do jogo e sua barra de vida zerou com um golpe de Caio.
- E a gente sempre acha que precisa mais do que tem e mesmo tendo tudo, sempre falta algo." 

" [...] você precisa entender o que está quebrado para poder consertar. Eu não acredito que seja você o problema, mas com certeza algo precisa ser consertado, entendeu? Não espere até você perder alguém pra começar a pensar em consertar as coisas." 

" Esquentou algo para comer e foi até a garagem de tranqueiras sobressalentes de festas.Você deixou todas as outras princesas desempregadas, Elsa, Ian pensou, enquanto passava os olhos pelos milhares de artigos de Frozen."

"Quando se despediram na noite do jantar, Arla e Vanessa deram tchau também para o bebê enquanto passavam a mão na barriga de Iris, que já estava maior.
Ainda não por causa do bebê. Ela só havia acabado de jantar." 

"- Eu já assisti a esse programa algumas vezes - Helena contou. - Dá pena dessas meninas porque, se os pais educassem bem, ficassem em cima, esse tipo de coisa não aconteceria. É tudo culpa da educação que não receberam em casa, não tenho dúvida.
- Se pelo menos elas pudessem escolher se querem ou não continuar a gravidez, né? - Guta comentou despretensiosamente, enquanto alisava uma torta de quatro leites com uma espátula.
- Como assim, menina? - Nica, que já tinha quase setenta anos, demorou alguns segundos a entender. E então se benzeu, sujando a testa de farinha.
- É que eu também acho a educação importante, então não acho certo a criança ser criada de qualquer jeito quando a mãe não quer, só porque o bebê é obrigado a nascer."

"Dá para conhecer muito de uma pessoa pelo que ela compartilha." 

"- Meu Deus, ela tá grávida!
Ian encarou Emília e revirou os olhos. Em seguida, passou os olhos ao redor, para cada uma das garotas com a barriga protuberante.
- Como você pode ter tanta certeza? - Ian perguntou." 

"- [...] Às vezes a gente que ainda não sabe, e na verdade casamento é isso: aguentar a outra pessoa.
Emília olhou séria para Gael.
- Que bom saber que você pensa assim - Emília disse com a cabeça inclinada. - Eu acho que você precisa estar feliz com a pessoa com quem você está, não tem sentido relevar o que te incomoda e ir se machucando sem ao menos falar pra ela." 


"- Quanto custa para alugar? 
A atendente mostrou na tela do computador o valor daquele modelo.
Ian olhou para Iris, depois para a vendedora, que batucava sobre a madeira da bancada. A mão da comissão chega a tremer, Ian pensou." 

"[...] você não deve esconder coisas que te incomodam das pessoas que você ama." 

"- Não é todo mundo que vai se apaixonar por você." 

"- Preciso da sua ajuda, Lisa - Emília disse. - Lembra quando estudávamos juntas e confiávamos plenamente uma na outra? Uma vez o nosso professor fez aquela brincadeira de uma pessoa ficar de olhos fechados e se deixar pender para trás para que a outra segurasse...
- E você não me segurou.
- ... mas eu te levantei depois - Emília completou. - Nem sempre a mão que realmente te segura é a que te ajuda a levantar quando você precisa. E agora eu preciso de você." 


" - Mas... mas... - Emília gaguejou. - O que aconteceu com você foi horrível, e não estou querendo defender ninguém. Mas... o Gael não fez nada, fez? Não foi exatamente culpa dele - Emília o defendeu, ainda com dúvida e com as sobrancelhas arqueadas de pavor. - Foi?
A colega respirou fundo, como se já esperasse aquela reação de Emília.
- Tem um motivo para o cúmplice de um crime ser acusado da mesma forma que o autor - Lisa disse. - E ninguém apoia um criminoso se não for capaz de fazer o mesmo que ele." 

"Porque, depois de uma tempestade, a poeira abaixa. E é nesse momento que conseguimos enxergar o caminho."

Nota:

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Então é isso pessoal, espero que tenham gostado do vídeo! E se gostaram, deixem seu curtir lá em cima acima do título (não esqueçam de confirmar), comentem o que acharam e não se esqueçam de conhecer o canal e curtirem e comentarem lá também!
Até mais!

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