17 de jun de 2016

Top 10 Boas adaptações literárias para o cinema


Olá pessoal, tudo bem? No post de hoje trago o meu TOP 10 de boas adaptações cinematográficas de livros que já li.
Obviamente não sou nenhuma especialista em cinema, então estarei destacando as adaptações que mais me agradaram de acordo com a minha opinião pessoal, de acordo com a minha experiência com o livro, de acordo com o quanto me diverti e de acordo com a fidelidade.
Clique em continue lendo para saber mais.

10. A Última Música
A Última Música foi, se não me engano, o primeiro livro que li de verdade na vida. Minha experiência com o livro foi incrível; tanto é que terminei a leitura em três ou dois dias. Eu adorei os personagens, eu adorei a alternância de pontos de vistas, eu adorei PRINCIPALMENTE o ambiente, eu adorei a história, eu adorei o casal, eu adorei o balanceamento do romance, e, enfim, adorei cada detalhe daquele livro.
Na época, li o livro antes de assistir ao filme porque eu era muito fã da Miley Cyrus, que interpreta a personagem principal na adaptação, e isso me motivou a lê-lo. Portanto, mesmo que o filme não fosse bom, eu acharia o contrário na época porque, afinal, eu era realmente MUITO fã da Miley Cyrus.
Entretanto, mesmo depois de tanto tempo, ainda consigo sentir um carinho enorme tanto pelo livro quanto pela sua adaptação. O filme foi igualmente mágico para mim. Ele conseguiu transmitir praticamente todas as sensações que senti ao lê-lo, principalmente no quesito ambiente que foi o que muito me agradou durante a leitura. Eu consegui me sentir em paz lendo o livro e assistindo ao filme.
Portanto, mesmo que para muitos seja apenas mais um filme bobo de romance sem muito a acrescentar, para mim se tornou uma adaptação muito especial porque veio de um livro muito especial e foi de certa forma bastante fiel a ele.
Para quem gosta de romance, posso com certeza recomendar tanto o livro quanto o filme de A Última Música. Eles lhe transmitirão sentimentos muito bons, vão por mim!

9. Diário de uma Paixão
Para quem acompanha o blog ou o canal e sabe do meu desgosto por esse livro deve estar se perguntando: “Será que essa garota é bipolar?”. A resposta para essa pergunta pode ser que sim, mas não nessa questão. Permitam-me explicar por quais motivos eu odeio o livro e gosto de sua adaptação cinematográfica.
Esse foi o livro de romance mais meloso que li até hoje em toda a minha vida literária. Eu me recordo dos momentos em que estava lendo esse livro e me recordo da tortura que era ver que faltavam ainda muitas páginas para terminá-lo. Eu não aguentava mais viver submersa naquele romance extremamente forçado e foi, para resumo de tudo, uma experiência muito ruim.
Entretanto, totalmente ao contrário do livro, o filme é muito agradável e na verdade muito fofo! Eu sempre adorei filmes que alternam entre o passado e o presente, principalmente quando se trata de um romance originado da adolescência, e felizmente, Nicholas Sparks é meio que um mestre nessa arte. E, é claro, o filme não me foi uma tortura e muito menos uma explosão de doçura; foi na verdade, um grande alívio depois do livro.
É compreensível o motivo de tantas pessoas não gostarem tanto do livro, mas amarem sua adaptação cinematográfica. Eu faço parte do clube que aconselharia todos vocês a ficarem apenas com o filme por enquanto! E levem em consideração que temos Rachel McAdams no elenco, o que já nos dá um motivo a mais para gostar ainda mais do filme!

8. O Lado Bom da Vida
Para já adiantar: minha relação com esse livro/adaptação é basicamente a mesma que a com o Diário de uma Paixão; a diferença é que dessa vez assisti ao filme primeiro e tive uma grande decepção com o livro.
Normalmente, se formos parar para observar bem, o motivo que nos leva a gostar ou não de uma adaptação cinematográfica é basicamente o mesmo: o corte de algumas cenas. Pelo menos, para mim, esse é um dos motivos que fazem com que eu ame ou odeie um filme. No caso de O Lado Bom da Vida, eu adorei o fato de terem cortado algumas cenas depois que li o livro.
Minha experiência com o filme, de início, foi meio que um choque. O filme é muito barulhento, muito maluco, muito confuso; mas, em um certo ponto, você acaba se acostumando, se afeiçoando e se colocando completamente dentro daquela história, e isso o torna incrivelmente divertido. Eu adorei a adaptação e foi exatamente isso que me levou ao livro, que infelizmente acabou sendo uma decepção. E é aí que entra o meu alívio de terem cortado algumas cenas.
Sofri muito durante minha leitura. É claro que um livro acaba sendo muito mais detalhado que um filme e esse foi o principal problema com a leitura. Toda a rotina do personagem principal, que é mostrada de uma maneira passageira no filme, é mostrada de uma maneira longa e muito arrastada no livro. Revivemos as mesmas cenas, os mesmos pensamentos, as mesmas situações um bilhão de vezes, e esse tipo de característica em um livro é o que o torna muito difícil de ler.
Portanto, apesar de gostar bastante da mensagem do livro, não gostei nada do modo como a história foi contada, não gostei nada da repetição de situações, não gostei nada de como a leitura foi arrastada. O que, logicamente, fez com que sua adaptação se tornasse muito boa, porque minha experiência assistindo ao filme foi mil vezes melhor que lendo o livro.

7. Marley e Eu
Marley e Eu é um livro muito gostoso, muito engraçado e muito divertido de se ler. Foi uma leitura que demorei muito para andar, mas que não deveria ter demorado. É um dos livros e uma das histórias que mais gostei de ler, e com certeza esses sentimentos foram transmitidos também através do seu filme.
A adaptação de Marley e Eu é um daqueles filmes que nós nunca nos cansamos de assistir, e mesmo depois de tanto assistir, ainda assim continuamos rindo, nos divertindo, nos apaixonando e principalmente chorando com cada detalhe.
Eu adorei o livro e adorei principalmente o fato de terem conseguido passar para as telas do cinema as exatas sensações que sentimos ao lê-lo; sendo capaz de até mesmo se tornar melhor que o livro em cenas particulares.
E, é claro, não poderia deixar de comentar um motivo muito importante para amar a adaptação de Marley e Eu: Jennifer Aniston!

6. Divergente
Tenho certeza que muitos fãs dos livros da trilogia de Divergente devem estar me massacrando agora por dizer que a adaptação cinematográfica do primeiro livro é boa, mas...
Sorry, not sorry.
Já citei em diversos posts aqui no blog o quanto consigo manter a mente aberta ao assistir uma adaptação cinematográfica. Tenho a plena consciência de que um filme não pode passar cada linha de cada página do livro para as telas e tenho a plena consciência de que, ás vezes, algumas modificações são necessárias para tornar a experiência ainda melhor. E é exatamente isso que pensei quando assisti Divergente.
Tenho noção de que as adaptações da trilogia não são as mais fiéis existentes, mas Divergente conseguiu, até agora, ser a mais fiel e a mais divertida adaptação.
O filme, assim como o livro, é extremamente gostoso de se ver. É a apresentação perfeita para a aventura que eles viverão no decorrer dos filmes ou livros. É balanceado entre ação, suspense, aventura, romance e tudo o que há de bom do primeiro livro da trilogia.
Tenho um carinho enorme por esse filme, e mesmo com todas as modificações feitas, ainda assim consigo achar uma ótima adaptação para o livro, pois, de certa forma, ele consegue captar a essência do livro e transmitir também aos seus espectadores. 

5. Clube da Luta
Como já contei um pouco na resenha que fiz para esse livro no meu canal, tive uma experiência um pouco desajeitada com a leitura. Apesar de admirar e gostar muito da mensagem que ele passa, infelizmente não consegui me adequar à escrita do autor, não consegui me adequar direito na história enquanto lia e não consegui me afeiçoar aos personagens. Não achei que a maneira com a qual o autor quis transmitir sua mensagem foi boa o suficiente para mim e isso acabou fazendo com que eu me perdesse um pouco em certos pontos.
Entretanto, é para isso que existem as adaptações cinematográficas, não é? (Ou, ao menos, algumas delas). Elas existem para melhorar as boas experiências e nos salvar de péssimas experiências com alguns livros. No caso de Clube da Luta, fico com a segunda opção.
O filme transmite a mensagem da exata maneira que eu esperava, é extremamente doido, intrigante, curioso e empolgante, e com certeza fez valer a pena toda a minha experiência ruim com o livro. Talvez, se eu tivesse assistido ao filme antes de ler o livro, essa situação seria outra. 

4. Cidades de Papel
Já expressei minha opinião sobre esse livro algumas vezes e é uma relação complicada. Houveram certos momentos em que fiquei completamente submersa na história, houveram certos momentos em que me diverti muito com as aventuras e também houveram momentos em que eu desejava que as páginas andassem muito mais rápido. É uma relação de amor e ódio. Mas, como já citei em algum momento desse post, as adaptações têm o poder de cortar as partes chatas quando não as suportamos no livro, e foi isso que aconteceu com Cidades de Papel.
Eu gosto muito de filmes adolescentes, romances, aventuras, bobeiras, e Cidades de Papel é exatamente uma mistura de tudo isso. E o fato de terem cortado praticamente todas as partes que odiei ler no livro fez com que a experiência com o filme se tornasse muito boa. Me diverti basicamente durante o filme todo e considero uma adaptação muito boa para o livro, pois ressalta o melhor dele de muitas formas.

3. Jogos Vorazes e Em Chamas
Decidi colocá-los em uma só categoria porque ambos fazem parte de uma só saga e ambos carregam a mesma característica que me agradou tanto em suas adaptações.
Eu simplesmente não consigo acreditar quando ouço alguém reclamando da falta de fidelidade dos dois primeiros filmes da saga de Jogos Vorazes aos seus respectivos livros. Para mim, é inadmissível dizer que suas adaptações não são fiéis quando as considero as MAIS fiéis que já vi. Assistam os dois primeiros e únicos filmes da saga de Percy Jackson e por favor, retirem a ideia de que Jogos Vorazes e Em Chamas não são filmes fiéis aos livros, obrigada.
Essa é basicamente a única característica que fez com que eu amasse tanto os dois primeiros filmes da saga de Jogos Vorazes, pois os livros são extremamente bons e seria praticamente uma ofensa não fazer com que os filmes fossem igualmente bons. E eles são! MUITO bons por sinal.
Eu não consigo pensar em quase nenhuma cena ou detalhe que fora retirado ou modificado de maneira muito radical nos dois primeiros filmes, e mesmo com a grande fidelidade, eles continuaram tendo um tempo aceitável e sendo fantásticos.
É muito difícil largar os livros quando você os lê, mas é ainda mais impossível tirar os olhos da tela quando esses dois filmes estão passando.

2. A Culpa é das Estrelas
Quando li o livro, o li basicamente com a intenção de assistir ao filme que seria lançado dali alguns meses. É claro que com o passar da leitura fui descobrindo que eu poderia absorver muito mais daquele livro que apenas saber sobre o que se tratava a história para assistir ao filme. É claro que com o passar da leitura fui mergulhando cada vez mais naquela história de amor e é claro que, no fim, ele se tornou um dos meus livros preferidos.
Entretanto, quando finalmente o filme foi lançado, eu mesma mal podia acreditar que eu estava colocando o livro em segundo lugar. Raramente isso me acontecia e nunca pensei que isso fosse capaz de acontecer com um dos meus livros preferidos. Mas, aconteceu. A adaptação cinematográfica de A Culpa é das Estrelas acabou ficando em primeiro lugar, e o livro, em segundo.
É um filme imensamente gostoso de se assistir. Trata de assuntos pesados e dolorosos de uma maneira engraçada, leve e romântica. Faz com que você dê risadas, faz com que você se sinta apaixonado, mas também faz com que você sofra e chore tudo o que tem para chorar dentro de si. Eu confesso que, ler o livro me trouxe todas essas emoções, mas com muito menos intensidade que o filme. Para comparar as duas obras, eu não consegui chorar no livro e consegui chorar MUITO durante o filme TODO (é sério, o filme TODO, até mesmo quando a mãe dela diz que eles vão para Amsterdam).
Portanto, apesar de amar o livro com todo meu coração, o filme de A Culpa é das Estrelas, para mim, consegue ser milhares de vezes melhor. Eu que já era apaixonada por essa história pude me apaixonar ainda mais ao assistir sua adaptação cinematográfica.

1. Série Harry Potter
E, é claro, em primeiro lugar não poderia faltar o rei de todas as adaptações cinematográficas existentes: Harry Potter.
Sinto muito, mas não pude escolher apenas um filme para retratar o excelente trabalho que os produtores/diretores e envolvidos fizeram ao passar para as telas do cinema, com extrema maestria, o mundo mágico de J. K. Rowling. Apesar do terceiro filme da série ser o meu preferido, não posso de forma alguma excluir todos os outros filmes desse post.
Existem muitos fãs que reclamam das adaptações de Harry Potter por fatores que já comentei aqui, que é o corte de determinadas cenas e situações. Mas, é como já deixei bem claro: sempre mantenho minha mente aberta em relação a esse tipo de coisa e com Harry Potter não foi nada diferente. Não tenho absolutamente nada do que reclamar sobre os 8 filmes da série.
A riqueza de detalhes, a maneira como o mundo que imaginamos nos livros foi perfeitamente retratado nas telas, os cenários, os personagens, o enredo, a trilha sonora... absolutamente tudo em todas as adaptações cinematográficas de Harry Potter é admirável. E fica ainda melhor quando você passa a conhecer todo o trabalho que tiveram por trás das câmeras ao ler Harry Potter: A Magia do Cinema.
Quando penso em uma boa adaptação literária, o nome Harry Potter automaticamente pipoca em minha mente. Não há como negar: Harry Potter domina tanto o mundo dos livros, quanto o mundo dos filmes. 

Então é isso pessoal, espero que tenham gostado do post! E se gostaram, deixem o curtir lá em cima ao lado do título (não esqueçam de confirmar) e comentem o que acharam!
Até mais!

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