22 de out de 2015

Resenha/Jogo: Life is Strange (Ep 5)


Olá pessoal, tudo bem? No post de hoje venho com a última resenha do jogo Life Is Strange, do seu último capítulo. Baixei e joguei logo após o lançamento e agora posso falar para vocês tudo o que senti enquanto jogava, tudo o que eu esperava para o quinto e último episódio e o que penso sobre o final que escolhi. Na minha opinião contarei tudo a vocês sem spoilers, e, em seguida, narrarei o que acontece no episódio com spoilers.
Espero que eu seja capaz de mudar a opinião de algumas pessoas sobre os finais e espero que eu seja capaz de convencer pelo menos uma pequena parcela de pessoas a jogarem, pois Life Is Strange é um jogo que com certeza vale a pena.
Se quiser saber um pouco mais sobre o jogo e seus quatro episódios anteriores, conto tudo nesses dois posts:
E para descobrir minha opinião sobre o episódio final desse jogo incrível, clique em continue lendo!

Opinião
O quinto e último episódio de Life Is Strange foi, com certeza, o mais aguardado por mim e pela maior parte do fandom do game. Com quase dois meses de espera, mal se segurando para saber o desfecho dessa incrível história, os fãs, incluindo eu, já estavam pirando de ansiedade sem nenhuma notícia, trailer, teaser e o próprio capítulo final do jogo revelados pelos produtores. Por fim, alguns dias antes do lançamento do jogo em si, a DONTNOD decidiu lançar teasers, que, na minha opinião, só serviram para deixar os nervos à flor da pele e a adrenalina em alta. Por fim, com um trailer antes do grande lançamento, o quinto e último episódio foi lançado em grande estilo.
Se há uma palavra que descreva esse capítulo, essa palavra é “intenso”. Desde o início até o fim, seus sentimentos parecem andar em uma enorme montanha-russa. Angústia, tristeza, raiva, felicidade, alívio, medo, ansiedade, curiosidade, compaixão, pena, etc; são alguns dos milhares de sentimentos que tive ao jogá-lo.  
Sem dúvida alguma os produtores do jogo não decepcionaram na maior parte dos quesitos do jogo. Sua história continua empolgante, linda e impactante; o cuidado com os detalhes se mantém em nível alto; e com certeza sua jogabilidade continua impecável. Apesar de ser um capítulo composto por várias cutscenes, diálogos e pouca exploração do cenário - diferente dos anteriores -, o quinto capítulo certamente lhe dá toda a liberdade para jogar, se divertir e embarcar nessa montanha-russa de sentimentos que só Life Is Strange é capaz de fazer com tanta maestria.
Além disso, como todos provavelmente já esperavam, o último capítulo é muito mais centrado na personagem principal, Max, e o peso do qual ela carrega de se sentir obrigada a consertar todos os problemas e mortes que acontecem em sua vida usando o seu novo poder. E, é claro que, levando em conta que Max com certeza é minha personagem preferida do jogo, eu amei essa centralização na história dela, nos poderes dela e no desfecho que a mesma desencadearia no final. Senti falta disso nos quatro episódios anteriores, onde aparentemente outros personagens apareciam mais que a própria protagonista, apesar de jogarmos com ela. O último episódio foi capaz de nos fazer conhecer ainda mais Max, seus sentimentos, pensamentos e suas intenções.
Acompanhado com uma maior interação com a personagem principal do game, veio também a revelação de vários mistérios que todos os fãs procuravam resolver por meio de teorias desde o primeiro episódio. E sinceramente, todos esses mistérios, quando revelados os motivos de terem acontecido e o que Max deveria fazer para resolvê-los, não foram tão impactantes e surpreendentes quanto eu, no fundo, achei que seriam. Muitas teorias feitas por fãs, inclusive por mim, foram atendidas. Em outras palavras, pode-se dizer que a resolução dos mistérios foi um tanto quanto previsível. Entretanto, devo ressaltar que o “previsível” do qual caracterizo esse episódio não é um previsível ruim. Durante toda a jornada de lançamentos de Life Is Strange e durante toda a jornada de revelações, o fandom ficou realmente intrigado com diversos detalhes e isso com certeza o incentivou a criar milhares de teorias. Era plausível que pelo menos uma das milhares de teorias criadas fossem realmente atendidas. E no caso, foi. Não me sinto triste e muito menos decepcionada por isso, pois tudo o que eu queria que acontecesse, aconteceu. Sem arrependimentos, sem decepções, todas as revelações feitas no último episódio do game foram, apesar de previsíveis, muito aceitáveis.
Por fim, devo dar um grande espaço para a mensagem que o jogo passa no final. Como já citei, uma mensagem previsível desde o início do primeiro capítulo, porém, de qualquer forma, não deixou de ser tocante e profunda como imaginei que seria. Costumo jogar jogos, ler livros, assistir filmes, séries e escutar música com um propósito: fugir da minha realidade. Porém, certas vezes, não há como fugir dela nem mesmo nesses meus “refúgios”. E muitas vezes isso não é uma coisa ruim. Life Is Strange fez com que eu refletisse sobre a vida de uma maneira dolorosa e ao mesmo tempo reconfortante. Ao transmitir a mensagem “certas coisas na vida não podemos mudar”, me fez refletir sobre muitos acontecimentos na minha vida, inclusive um em particular. E por mais que diversas vezes eu tenha negado isso, concordo com o pensamento que o jogo trás em um dos seus dois finais. Concordo e me emociono todas as vezes ao pensar. Portanto, sua mensagem final contribuiu muito para que minha pequena decepção com um acontecimento do meu final fosse completamente esquecida.
“Pequena decepção com um acontecimento do final? Como assim? ”, pois é. Mesmo sabendo desde o início que tudo aquilo aconteceria de uma forma ou de outra, no fundo eu esperava que houvesse uma maneira de fazer com que tudo ficasse bem, de ambos os lados. Portanto, o choque no momento final fez com que uma pequena decepção e raiva fosse plantada no meu peito que estava cheio de esperanças de um final feliz. Entretanto, após absorver todo o conteúdo, os motivos, a lição e tudo que esse jogo ensinou ao longo de todos esses meses e episódios lançados, cheguei à conclusão de que não importa se alguma coisa teve de ser sacrificada para salvar outra, no fim, a mensagem que Life Is Strange se propôs a ensinar para seus fiéis fãs compensou tudo o que foi perdido, em qualquer um dos finais escolhidos.
Portanto, apesar de todos os pequenos defeitos presentes no quinto episódio, como o fato dos finais terem sido vagos em relação ao futuro, algumas de nossas escolhas não terem feito muita diferença no decorrer da história e a decepção e tristeza por terem nos obrigado a fazer uma escolha da qual sacrificasse uma das duas coisas mais importantes do jogo, Life Is Strange conseguiu me prender, me surpreender, me pegar, me emocionar, me capturar e principalmente, me apaixonar por tudo que envolve esse jogo incrível.
Toda a equipe que trabalhou duro para que essa experiência se tornasse realidade para milhares de pessoas merecem uma salva de palmas pela perfeição e pelo maravilhoso rumo que as coisas tomaram. Cada uma das pessoas que fizeram parte desse mundo tem um espaço muito especial no meu coração que provavelmente jamais será tomado por nenhuma outra pessoa. É um carinho diferente, especial, como se toda essa equipe tivesse mudado a minha vida de uma forma que nem eu mesma sei explicar. Tudo que eu sei é que Life Is Strange e toda a equipe que o criou estão de parabéns. Eu realmente vou sentir falta de tudo, dos personagens, das músicas, dos mistérios e de contar os dias para um novo episódio.
A vida é estranha, mas o fato desse jogo ter se tornado o meu favorito, não. 

Episódio 5: Polorized
(Obs: Nesse tópico contém spoilers, tanto escritos quanto em imagens, do episódio 5 de Life Is Strange. Imagens usadas pegas dos seguintes vídeos: 


O quinto episódio de Life Is Strange começa com Max no Dark Room depois de Jefferson ter tirado várias fotos sua enquanto estava drogada. Ao observar o quarto, Max vê que uma dessas fotos está em um carrinho perto de onde ela se encontra e decide utilizá-la para voltar no tempo.
"O que... Onde..." 

"O Quarto Escuro..." 

"Eu prometi que eu nunca iria voltar no tempo desse jeito de novo... Mas esse é o único jeito..." 

Ao voltar naquele momento da foto, Max tem a possibilidade de mudar o que acontece. Quando Mr. Jefferson coloca o carrinho perto de Max, ela o empurra, molhando a pasta com as fotos com a droga que ele usaria nela. Com isso, um pequeno detalhe da realidade se altera, fazendo com que ele deixe mais fotos no carrinho e possibilitando mais uma volta no tempo.
"Nenhuma vaidade ou pose, apenas... pura expressão." 





"Whoa... Eu estou definitivamente mais acordada nessa foto... Eu poderia tentar essa." 

Voltando novamente em outra memória de outra foto que Mr. Jefferson tirou de si, Max vê seu diário e aproveita a oportunidade para conversar sobre isso com ele, esperando que ele possa mostrar a foto que tirou no meio da aula alguns dias atrás. Ao conseguir o que esperava, Max volta ao dia da aula em que tirou a selfie e muda novamente a realidade.

"Eu tenho todas aquelas fotos no meu diário... Essa poderia ser a saída." 

"Que desperdício de talento. Olhe para esse shot, Max...  Você pode fazer muito melhor."

"Oh meu Deus... Eu poderia fazer todo o meu caminho de volta para o momento em que tudo começou."

"Max, essa pode ser sua chance de consertar tudo... pro bem." 

"e caputar vocês em um momento de desespero."

Max manda uma mensagem a David contando sobre o Dark Room e em seguida entrega sua foto para Mr. Jefferson para o concurso do Everyday Heroes. Com isso, novamente a realidade é alterada, onde Mr. Jefferson vai preso e Max ganha o concurso, indo para San Francisco tendo sua fotografia exposta junto com outros artistas.
"[Sr. Madsen. Você está atrás de Rachel Amber. Mark Jefferson é o culpado. Seu Quarto Escuro é embaixo do celeiro dos Prescotts. Você sabe a localização. Ele é doente e perigoso. Pare ele." 

"Aqui está minha fotografia para o concurso 'Everyday Heroes'." 







"Depois de tudo o que aconteceu, essa deveria ser a coisa menos assustadora que você já teve que fazer." 

"Você conseguiu, Max... Você é uma verdadeira artista. Pelo menos por hoje..."

Entretanto, enquanto via sua fotografia exposta, seu nariz começa a sangrar, o que a leva a pensar que algo está errado. Ao checar seu celular, percebe 6 chamadas perdidas de Chloe, e ao ligar de volta descobre que tudo que mudou através de todas as realidades fora em vão, e que a tempestade continua indo para Arcadia Bay, fazendo com que Chloe morra novamente. Portanto, sua única opção é voltar na foto exposta e rasgá-la para não precisar ir para San Francisco.
"[6 chamadas perdidas]" 

"Max! Que merda, cara! Sua visão! É... é verdade! Você viu o tornado, está vindo!" 



"Desculpe, San Francisco... Chloe vem primeiro." 





Ao voltar novamente para a realidade e para o Dark Room, David está lá para salvá-la; entretanto, de qualquer forma, o tornado ainda está acontecendo, portanto, Max vê outra oportunidade de voltar em uma memória para impedi-lo. Precisa recuperar sua foto com Warren. Ao encontrá-lo, o convence de seus poderes e de seus motivos para retornar àquela memória e Warren entende. E é claro, na despedida, você tem três opções: ir embora, abraçá-lo e beijá-lo. Não preciso nem dizer o que eu fiz né?!


"Oh, Chloe... Eu vou te salvar... pela última vez."

"Eu preciso encontrar Warren..."

"Mas caramba, Max... Eu não acredito que você realmente dirigiu até aqui" 

"no meio desse tornado E6, apenas por uma fotografia..."


"Hey... Tenha cuidado lá fora." 


Voltando até a foto de Warren, Max tem a oportunidade de contar à Chloe tudo o que aconteceu e fazer com que ela acredite e não vá atrás de Nathan na festa, o que levaria à sua morte e Max ao Dark Room. Ambas vão até David contar sobre Mr. Jefferson e em seguida até a praia, assistir ao tornado.

"Chloe, você não pode ir até essa festa. Você vai... você vai morrer se for." 

"Claro que não! Se dissermos para David, ele acreditará em nós e ele pode realmente parar ele... certo?" 







Em certo momento, Chloe avista que o farol é o único lugar fora do alcance do tornado e por isso, ambas deveriam ir até lá. Porém, Max novamente tem um desmaio e um pesadelo se inicia. Max volta ao dia em sua aula com Mr. Jefferson, mas, dessa vez, coisas MUITO esquisitas começam a acontecer. Diferentes pessoas de diferentes realidades a perseguem, xingam-na e fazem com que ela acredite que é culpada por todas as mortes que acontecerá na cidade se ela não impedir o tornado. O mundo definitivamente vira de cabeça pra baixo e Max passa por diversos estranhos momentos com várias pessoas. Inclusive, com ela mesma.
"O farol está fora do caminho do tornado. Vamos lá!" 

"Oh... O que... Chloe..." 

"O famoso filme de Alfred Hitchcock chamado 'pequenos pedaços de tempo,' mas ele poderia estar falando [...]"

"Espera, o que está acontecendo? Ninguém liga?" 

"Todo mundo sumiu agora..." 






"Não tente esconder, Max... Venha aqui... Deixe-me capturar você..." 


 "Hey Max, você poderia dizer oi para Chloe e Joyce? Não esqueça de lembrá-las que você me deixou morrer."

"Puta merda, você está falando sério? Eu sou você, idiota. Ou eu sou uma das muitas Maxes que você deixou pra trás..."

Após o pesadelo, Max consegue alcançar o momento em que fará com que ela acorde, e ao acordar, Chloe finalmente percebe o que deve ser feito para que o tornado seja impedido. Max, ao alterar o destino de Chloe, causou a tempestade, e tentar mudar a realidade não fez diferença alguma. Portanto, restam duas opções: sacrificar Chloe para salvar Arcadia Bay, ou sacrificar Arcadia Bay para ficar com Chloe.

"Tem tantas pessoas em Arcadia Bay que poderiam viver... muito mais que eu..." 

"Você não está me trocando. Talvez você tenha apenas negado meu destino real..." 

"Olhe para o que aconteceu com Arcadia Bay desde a primeira vez que você me salvou." 

"Eu sei que eu tenho sido egoísta, mas pelo menos uma vez eu acho que eu deveria aceitar meu destino... nosso destino..." 

"Sacrificar Chloe"; "Sacrificar Arcadia Bay"

Em minha escolha, sacrifiquei Chloe pois, em minha opinião, era a opção menos egoísta e aparentemente mais correta a se fazer. Nesse final, Chloe morre com o tiro de Nathan no banheiro, do qual, depois, é descoberto e preso assim como Mr. Jefferson pelo Dark Room. Chloe tem seu devido velório e, no fim, uma linda borboleta azul pousa em seu caixão.
"Chloe... Eu sinto muito, muito... Eu... Eu não quero fazer isso." 


"Não fique com medo. Você manda nessa escola... Se você quisesse, você poderia explodi-la." 

"Você não sabe quem eu sou e com quem você está se metendo!" 




No outro final, Max rasga a foto da borboleta para ficar com Chloe. Depois da destruição, ambas andam de carro pela cidade, observando tudo o que o tornado causou, e partem para outro lugar. 
"Não mais." 

"Max... Eu vou estar sempre com você." 




Nota:

Então é isso pessoal! Espero que tenham gostado da resenha, e se gostaram, cliquem em curtir lá em cima acima do título do post e por favor, comentem o que acharam do episódio e quais escolhas fizeram; eu adoraria discutir tudo isso com vocês.
Até mais!

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11 comentários:

  1. Como vc conseguiu chegar até o farol?

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    1. Em que parte você está tendo dificuldade?

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    2. Tbm to presa nessa parte, é a parte dps q fica tudo ao contrário na escola e a Max entra no banheiro e vai parar num lugar escuro com o Mr Jefferson atrás dela com uma lanterna, e ainda temos q chegar no farol (q obviamente eu n tô sabendo oq é pra fazer ._. pf me ajude)

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    3. Você tem que se esconder do Mr. Jefferson atrás das fotografias e sempre que ele te ver, você volta no tempo e tenta encontrar uma maneira de passar por ele sem que ele te encontre novamente. A mesma coisa você deve fazer mais pra frente, quando aparecem mais personagens te procurando. É preciso ter muito cuidado, ir se escondendo e voltando no tempo sempre que alguém te pega. Não tem muito segredo, é só ir tentando passar por todas aquelas pessoas sem que elas te vejam e uma hora você chega no farol!

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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    1. Desculpe por excluir o comentário,não tinha editado ele ainda mas vamos lá.

      Zerei o jogo a uns 20 minutos atrás ou até mesmo 30 minutos,não lembro exatamente.
      QUE JOGO FANTÁSTICO!!! Eu não consegui sacrificar a Chloe,chamei a minha irmã que não sabe de nada sobre o jogo para que ela pudesse fazer isso por mim(sim,eu não consegui apertar 1 botão),fiquei uns 10 minutos pensando no que fazer,enfim decidi fazer a vontade de Chloe mesmo. A unica coisa que achei "ruim" durante o jogo foi que algumas decisões menores podem ser passadas por vc sem que perceba,como conversar com a moradora de rua,falar com a Joyce no capitulo do pesadelo(que até mesmo tem uma importância talvez não tão grande para a história mas sim para o interesse do jogador ).No caso,coloquei a palavra ruim entre aspas pois essas decisões passam abatidas pelo fato da imersão do jogo ser muito grande que até mesmo acaba cobrindo essas decisões.
      Só uma pergunta que esqueci de ver no jogo:zerei e vi as opções disponíveis durante todo o capitulo,tinha uma sobre contar a verdade sobre tudo para a Joyce para que ela perdoe o David,alguém fez essa escolha?não fiz(esqueci na verdade) e ela fica bem no meio do pesadelo que é muuuiiito grande.Alguém poderia me dizer o que acontece?

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    2. O jogo é realmente incrível! E, na verdade, as pequenas escolhas que você faz durante o jogo e que acha difíceis, acabam se tornando insignificantes no fim; eu até mesmo esqueci delas no momento!
      Eu não fiz a escolha de contar tudo para Joyce, mas lembro-me de ter visto que ela cogita em perdoá-lo, que ele talvez fosse um bom homem no final das contas e apenas cometeu um erro.

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  3. Capítulo 4 e 5 terminados, vim ler sua resenha e devo dizer que está excelente e que faz jus a todos oa conflitos e sentimentos que tive por essa obra prima artística. Estou chocado, triste, feliz e realizado por ter investido um tempo de minha vida que se eternizou. Se é possível se apaixonar por uma personagem ou um jogo, é o caso de Max Caulfield e Life is Strange.

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    1. Life is Strange não se tornou meu jogo favorito a toa! Todo o meu esforço fazendo essas resenhas valeram tão a pena quanto o seu tempo investido jogando. Esse jogo se eternizou para nós dois!
      Obrigada por ter acompanhado as resenhas!! <3

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    2. Eu que agradeço pela agradável leitura que foi e por compartilhar comigo o amor que é LIS. Que venha o Life is Strange 2 <3 e mais resenhas fantásticas.

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