25 de mar de 2015

Resenha/Filme: Insurgente

Olá pessoal, tudo bem? No post de hoje, cá estou eu, super hiper mega blaster feliz por finalmente ter assistido o filme INSURGENTE!!! E eu sei que muitas pessoas que já assistiram ao filme devem estar pensando “como ela pode estar feliz por ter assistido? Foi totalmente infiel ao livro”, mas calma! No decorrer desse post eu explicarei cada pequeno detalhe a vocês, com as informações básicas do filme, a sinopse, minha opinião, spoilers e personagens; mesmo esquema de minhas resenhas sobre livros. Se você que ainda não assistiu ao filme e tem curiosidade de saber como será, ou se você já viu e quer saber se nossas opiniões combinam, bora lá pra resenha! 






Lançamento: 19 de março de 2015
Duração: 1h59min
Dirigido Por: Robert Schwentke
Gênero: Ficção Científica, Ação
Nacionalidade: EUA









Sinopse
Tris (Shailene Woodley) e Quatro (Theo James) agora são fugitivos e procurados por Jeanine Matthews (Kate Winslet), líder da Erudição. Em busca de respostas e assombrados por prévias escolhas, o casal enfrentará inimagináveis desafios enquanto tentam descobrir a verdade sobre o mundo em que vivem.

Opinião
Bom, como eu já disse em um post meu sobre o que esperar do filme Insurgente, já devo ressaltar que se o que você procura no filme é a exata cópia do livro, nem se dê ao trabalho de comprar o ingresso. Claramente o filme não segue a ordem do livro e é possível ver isso até mesmo no trailer que foi lançado a algum tempo; e apesar da história principal que nos envolve em Insurgente não mudar, os rumos que nos levam ao final do filme mudam completamente.
Existe ação do começo ao fim e realmente não dá para negar, mesmo quem é fã e esperava esperançosamente que a adaptação fosse totalmente fiel ao livro, deve admitir que todas aquelas explosões, brigas, ataques e simulações conseguem prender qualquer um e fazer com que os olhos não se desviem da tela nem por um segundo.
A adaptação é totalmente o contrário do que o livro nos traz de vez em quando, que é um pouco de tédio em relação a certos pontos e cenas; como por exemplo o trauma de Tris com as armas ou as infinitas brigas e desentendimentos com Tobias. O filme nos traz o foco em uma coisa em especial e não desvia a atenção para momentos inúteis que não levariam a nada.
Entretanto, apesar de ter AMADO toda a ação que envolveu a história, houveram alguns pontos que não me agradaram muito. Como por exemplo, a sequência dos fatos ser contada muito depressa. Em certos pontos até mesmo eu que li o livro ficava perdida e pensava “onde estamos e por que viemos parar aqui?”. Achei que isso foi uma consequência do fato de não nos informarem muito da história em alguns momentos, como se não houvesse muita comunicação com as pessoas que estão assistindo o filme, e sim, apenas entre os próprios personagens. Não tenho certeza se o que eu escrevi ficará claro mas, tudo o que eu quero dizer com isso é: achei que algumas cenas passaram extremamente rápido e houve pouca comunicação com o público.
Além disso, como já mencionei, o filme não é nada fiel ao livro. Eu já sabia disso assim que vi o trailer, então depois de um tempo me conformei e não criei mais expectativas sobre ele e fui assistir sem esperar ver cenas que eu tinha certeza que não iriam aparecer. Porém, algumas mudanças foram bastante drásticas. A tal caixa que comentei no post anterior, realmente nos levou para o mesmo caminho que o livro nos leva no final, e de alguma forma, deixou a sequência das cenas bem mais interessantes e agitadas. Mas de qualquer forma, mesmo a tal caixa ter sido bem encaixada no enredo da história, achei que ficaram faltando algumas partes importantes; partes que provavelmente trariam um maior efeito de mistério, agonia e raiva se tivessem sido colocadas.
Portanto, pegando todos esses pontos e os colocando em uma balança, não teria como dizer que não gostei do filme. Apesar de terem feito várias mudanças, os produtores souberam encaixá-las na história sem mudar o enredo. A sequência ficou envolvente e empolgante, sem deixar com que um momento sequer ficasse sem ação ou entediante. Eu diria que é o tipo de filme que prende qualquer pessoa de qualquer idade, e faz qualquer um gostar e ter mais interesse pela série. Além disso, tais mudanças não mudaram o rumo da história e nos levaram para o mesmo caminho que o livro nos levou, nos deixando com um ponto de interrogação e um gostinho de quero mais no final!
Já estamos no aguardo de Convergente!

Spoilers
Nessa categoria irei relatar o filme e deixar bem claro quais foram essas mudanças das quais citei na categoria acima e minha opinião sobre cada uma delas. Vamos lá?
Bom, de início temos o grupo chegando e se hospedando na sede da Amizade. O tempo em que o grupo passa lá não é muito longo; talvez tenha sido rápido até demais! Porém, não foi um fato que me incomodou, pois enquanto lia o livro, não via a hora de saírem daquele lugar. Porém, um dos fatores importantes que aconteceu na Amizade e decidiram não colocar no filme, foi o interesse de Tris pelo que Marcus sabe sobre pelo que a Abnegação e seus pais estavam lutando antes da Audácia dominar a facção altruísta. Isso não interferiu no restante do filme, pois mudaram o enredo colocando a caixa dos Divergentes (que é encontrada também no início do filme, por Eric, e levada até Jeanine para que ela tente abri-la com a “ajuda” de Divergentes). Mas de qualquer forma, achei que esse fosse um fato interessante que com certeza deixaria todos mais curiosos em relação ao segredo que a Abnegação sabia e queria revelar ao mundo. Porém, sei que ao colocarem isso no filme, automaticamente seriam obrigados a colocar a maior briga entre Tris e Tobias, por Tris se aliar ao seu pai; então aqui está minha opinião final sobre essa parte: foi melhor não colocarem mesmo!
Ainda na sede da Amizade temos o primeiro vislumbre do trauma de Tris por ter matado seu amigo e ainda se sentir culpada pela morte de seus pais. Ao contrário do livro, seu trauma não está concentrado em segurar uma arma, mas sim, em seus pesadelos frequentes. Achei essa maneira incrivelmente boa para substituir o trauma de armas de Tris, pois ficou muito menos insuportável do que é no livro e bem mais interessante e agradável de assistir.
Ainda na sede, temos também uma pequena briga entre Tris e Peter (da qual achei maravilhosa, apesar de ter durado pouco) e também temos a fuga de Tris, Caleb e Tobias dos membros da Erudição e Audácia. E é a partir desse ponto que as coisas começam a acontecer muito rápido, como eu disse na categoria anterior. A fuga não ocorre da mesma maneira que no livro, e apesar de ser super envolvente, acontece muito rápido. Quando você menos espera, lá estão os três, dentro do vagão de um trem e brigando com os Sem Facção. E após a briga, Caleb provando ser um grande egoísta sem coração e Tobias botando para quebrar mostrando quem é que manda dizendo apenas o seu nome, logo já estamos na sede dos Sem Facção e encontramos a pessoa menos agradável do filme: Evelyn.
Logo quando vi quem interpretaria a mãe de Tobias fiquei muito decepcionada. Como pode uma mulher que parece ser mil vezes mais nova que ele interpretar a mãe dele? Pensei que minha opinião fosse mudar quando eu visse o filme, achando que sua atuação fosse me fazer mudar de ideia sobre ela, porém, nada disso aconteceu. Continuei achando a escolha da atriz péssima e sem sentido, além de que ela não exala nem um pouco de poder como a Evelyn do livro faz. De qualquer forma, deu para engolir, já que ela quase não aparece no restante do filme.
Após o jantar com sua mãe, Tobias e Tris decidem partir para a sede da Franqueza na manhã seguinte, enquanto Caleb decide ir para a “Abnegação”. Já na Franqueza, Tobias e Tris são submetidos a um julgamento na sede da Erudição por serem culpados ao ataque a Abnegação. Porém, Tobias dá a ideia de fazerem o julgamento dentro da sede da Fraqueza, usando o Soro da Verdade, onde eles são obrigados a contar a verdade, querendo ou não. E aí vem uma parte da qual eu amei.
O julgamento de Tobias foi bem rápido e talvez tenha faltado uma parte importante, que é quando ele conta a todos sobre sua situação com seu pai; porém, o julgamento de Tobias não é o mais importante. Quando Tris é obrigada a dizer que matou Will, quando ela tenta resistir ao soro e começa a chorar desesperadamente, foi simplesmente emocionante e comovente. Shailene atuou espetacularmente bem e fez com que sentíssemos a dor de Tris naquele momento. E como se já não fosse suficiente o meu amor por aquela cena, Tobias não briga com ela por ela não ter contado aquilo antes! Tem como ficar melhor?!
Em seguida, Tris que está arrasada por ter contado a todos e também a Cristina que matou Will, vai até o telhado da sede da Franqueza observar a cidade, e logo Uriah se junta a ela. Segundos depois a Audácia começa a atacar. No livro essa parte acontece na porta de entrada da sede da Franqueza, porém, achei interessante a escolha de mudar para o telhado, pois daquela forma muito mais ação aconteceu. Uriah é atingido enquanto Tris corre escada abaixo. Então um dos membros da Audácia consegue atingi-la e ela cai sobre todos aqueles corpos também na escada, porém continua acordada. Então ela vê uma garota que também está acordada e pede para que ela fique na parte de cima para não ser pega. Tris corre para tentar ajudar a todos e encontra Uriah novamente, revelando que só estavam acordados porque eram Divergentes. Não demora muito até Eric capturá-la e levá-la até um local em que estavam testando as pessoas acordadas com um aparelho que revelava quanto por cento aquela pessoa era Divergente. Eric mata uma pessoa por não ter uma porcentagem boa o suficiente e quando está prestes a atirar na garota que Tris tentara salvar, Tris o impede e o agarra. Eric está prestes a matá-la, mas outro membro da Audácia o impede e a testa com o aparelho também, revelando que ela é 100% Divergente.  Adorei essa sequência de cenas porque foi retratada da exata maneira que imaginei enquanto lia o livro, apesar da mudança do aparelho que detecta a porcentagem de divergência. Entretanto, essa mudança foi necessária para se encaixar na colocação da caixa no filme. Era preciso uma pessoa totalmente Divergente para que a caixa fosse aberta e a mensagem que a Abnegação tanto lutara para revelar finalmente fosse descoberta. Foi uma mudança inteligente, sem mudar o verdadeiro objetivo e foco que o livro Insurgente carrega.
Após tudo isso, Quatro e os membros da Audácia que não eram aliados da Erudição os impedem de continuar a busca e Quatro mata Eric. Uma das cenas que eu achei agradável tanto no filme quanto no livro.
Então os membros da Audácia saem da sede da Franqueza e vão até a sede dos sem Facção, diferente do livro onde eles vão para a sede da Audácia. Achei que poderiam ter colocado a cena em que os membros da Audácia se divertem, para descontrair um pouco, mas certamente deixaria o filme mais longo e cansativo, então foi uma boa escolha não colocarem.
Enquanto na sede dos sem Facção, Jeanine começa com os suicídios, dizendo para Tris se entregar ou ela continuaria a matar. Decidiram colocar Cristina entre as três pessoas que cometeriam suicídio e achei a escolha boa para que Tris e ela se reconciliassem depois da revelação da morte de Will. De qualquer forma, a pessoa a morrer é a mesma que no livro: Marlene. Achei a menção do nome dela algo inútil, pois no livro nós sabemos que Marlene é importante para Uriah e seus amigos, e já que o objetivo do filme não é contar sobre as relações pessoais entre os personagens, mencionar o nome de Marlene não fez diferença alguma, então, na minha opinião, poderiam cortar a cena em que citam o nome dela como se fosse algo importante, pois no filme, não é.
Em seguida Tris se sente culpada por tudo isso estar acontecendo “por sua culpa” e pensa em se entregar. É aí que Quatro e ela se amam e nós suspiramos de amores por esse casal lindo. Entretanto, dura pouco, pois na manhã seguinte Tris se dirige até a sede da Erudição e é presa para completar uma série de simulações e abrir a caixa para Jeanine finalmente descobrir o que há dentro. No livro, as simulações das quais Tris é obrigada a passar é para o próprio estudo de Jeanine, para entender o que há de diferente nos Divergentes. E além disso, Jeanine já sabe sobre a mensagem secreta. Diferente do filme, onde as simulações dais quais Tris é obrigada a passar servem para abrir a caixa e revelar a mensagem, da qual nem mesmo a líder da Erudição sabe qual é. Achei a mudança interessante e obviamente acelerou muita coisa que demoraria muito tempo para ser contada caso seguissem os padrões do livro. Portanto, ao contrário do que pensei quando vi o trailer, a caixa foi uma escolha inteligente e criativa, que facilitou o desenrolar da história, deixando tudo de uma fácil compreensão e sem muita enrolação.
Tris deve passar por simulações das 5 facções para abrir a caixa. E é aí que os efeitos especiais nos surpreendem. Parkour, explosões, vidros se quebrando e tudo o que se tem direito para tornar as cenas mais empolgantes de se assistir os produtores desse filme usaram, e é óbvio, deu muito certo.
Entretanto, Tris não é capaz de completar a última simulação, da facção Amizade, sem correr o risco de morrer. Portanto Jeanine deixa com que ela realize no dia seguinte, onde Caleb mostra novamente, perdão pela palavra, o quanto ele é filho da puta e Quatro também é capturado. Quando Tris vê Tobias preso se desespera, e é no meio desse desespero que Peter injeta um soro nela para que ela durma.
Enquanto Tris realiza novamente a simulação da Amizade, o soro de Peter faz efeito e todos pensam que ela morre. Peter a leva para que Quatro a veja e no mesmo instante ela acorda, dando início a fuga da sede da Erudição. Porém, Tris, que queria levar a caixa embora, em um momento de reflexão percebe que precisa abri-la para compensar o esforço de seus pais, e realiza a simulação novamente. Nessa simulação Tris precisa lutar contra ela mesma, o que certamente acontece no livro de uma maneira completamente diferente e por razões diferentes. No início fiquei um pouco decepcionada, pois no livro, a cena que ela luta consigo mesma é uma das minhas preferidas. Porém, depois de assistir o filme todo e parar alguns minutos para refletir, cheguei à conclusão de que a parte foi bem encaixada na história e aconteceu de acordo com as mudanças que ocorreram, e com certeza foi uma boa ideia, pois assim como no livro, é uma cena incrível! Repleta de efeitos impressionantes que sem dúvidas deixou qualquer um que assistiu ansioso e empolgado.
Quando Tris consegue completar a simulação, a mensagem de Amanda Prior é revelada e todos presentes na sala conseguem ouvi-la. Jeanine diz para enterrar a caixa e antes que sua ordem fosse cumprida, os membros da Audácia aliados aos Sem Facção chegam e a impedem. Em seguida a mensagem é revelada a todas as pessoas da cidade e Jeanine é presa. No final, Evelyn vai até sua cela e a mata. Antes que Evelyn matasse Jeanine, o final estava perfeito em minha opinião. Mas assim que esse fato aconteceu, me decepcionei novamente. Evelyn nunca foi uma personagem que eu goste, nem no livro e nem no filme, e a maneira como a colocaram como uma heroína no final, me desagradou.
Entretanto, apanhando todas essas críticas, mudanças e opiniões, eu AMEI adaptação. Enquanto assistia o filme não pensava continuamente sobre as mudanças, pois cada minuto conseguiu me prender sem muito esforço. Como já mencionei algumas vezes, a adaptação conseguiu alterar os caminhos que levaram até a mensagem final sem estragar nada. É um filme que eu recomendo para qualquer pessoa, pois além de carregar uma mensagem de peso e de grande importância para se aplicar na nossa sociedade atualmente, é empolgante e maravilhoso de se assistir! 

Personagens
Tanto a Tris do livro quanto a Tris do filme conseguem fazer com que eu me apegue de uma maneira extraordinária à essa personagem. Apesar de que no livro algumas vezes (talvez muitas) ela tenha me irritado, não tem como não amar essa garota. Em Insurgente Tris continua poderosa, abusada, rebelde e altruísta; nunca deixando com que uma característica apareça mais que a outra, sempre tendo cada qualidade balanceada. Isso nos dá sem sombra de dúvidas, a certeza de que Shailene cumpriu com seu dever, e interpretou Tris como nenhuma outra atriz interpretaria.
Theo James também interpreta Quatro de uma forma que nos faz pensar “não existe outro ator capaz de interpretar esse personagem tão bem quanto ele”. E apesar de que no livro ele seja um pouco diferente do que aparenta ser, o filme nos traz a imagem que todos gostam. O Quatro apaixonado por Tris, forte, corajoso, reservado e decidido. Não tem como não se apaixonar!
Cristina quase não aparece em Insurgente, mas sinceramente não me fez muita falta. Gosto bem mais da Cristina do livro do que da Cristina do filme. E de qualquer forma, sua aparição não faz diferença nenhuma além da cena em que ela descobre que Tris matou Will.
Jeanine continua sendo uma das minhas personagens favoritas do filme e continua sendo tão poderosa quanto em Divergente. Kate Winslet consegue nos trazer a exata imagem que temos de Jeanine nos livros. Uma mulher completamente inteligente, má e poderosa. E sei que não deveria, mas a amo!
Como já mencionei, odeio a Evelyn. Tanto a personagem quanto a atriz que a interpreta. Não é uma personagem agradável e a forma como a colocaram como uma heroína no filme Insurgente me irritou, e talvez tenha me deixado com ainda mais ódio dela. Além do fato de parecer ser a irmã mais nova de Quatro. Simplesmente não me agradou.
Peter conseguiu ser ainda mais irritante e, perdão pela palavra novamente, filho da puta que em Divergente! Não consigo não sentir ódio desse personagem e o ator que o interpreta o interpreta muito bem! Entretanto, apesar da raiva que sinto, Miles Teller conseguiu fazer um ótimo trabalho, e com certeza conseguiu passar as exatas características que o personagem tem nos livros.
Caleb também continua sendo um dos personagens que mais odeio, e Ansel Elgort também fez um bom trabalho passando as características dele. O ator e os produtores certamente conseguiram passar a ideia que o livro passa, onde Caleb é frio em relação a entregar sua irmã para a morte.  
E Eric, assim como os dois que citei acima, também é muito bem interpretado, e apesar da aparência ser um pouco diferente, não muda a maneira grosseira, ignorante e malvada que ele carrega em sua personalidade. Jai Courtney fez um bom trabalho.
Além desses personagens principais, também temos os que menos aparecem, como Marcus, Johanna, Hector, Marlene, Uriah, Tory, Lynn, Jack Kang, entre outros. Senti falta da aparição de Marcus, pois apesar de não gostar dele, acho que seria importante para mostrar a relação dele com seu filho que tanto mostra no livro Insurgente. Hector, Marlene e Lynn não aparecem praticamente nada e não fizeram muita diferença na adaptação. Assim como Jack e Tory. Não gostei da escolha da atriz que interpreta Johanna, pois em minha opinião, ela não passou a imagem de “paz” que a personagem traz no livro; entretanto, em Convergente, Johanna muda sua personalidade completamente, e isso pode mudar minha opinião sobre a escolha da atriz. Uriah é um personagem que eu esperava bem mais. Esperava mais brincadeiras, piadas e animação do que foi mostrado no filme e isso me decepcionou um pouco por Uriah ser um de meus personagens preferidos na série.
Em um apanhado posso dizer que o elenco de Insurgente, apesar de certas exceções na minha opinião, foi um elenco extremamente bom e que certamente deu uma sequência bem mais animadora para o filme Divergente. Um dos meus preferidos, posso garantir!

Nota:

Então é isso pessoal! Peço perdão por essa resenha ter ficado extremamente grande mas me senti na obrigação de detalhá-la ao máximo para que ficasse bem explicado para as pessoas que tem interesse em saber sobre o filme. Espero que tenham gostado!
Até mais!

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6 comentários:

  1. nu que resenha longa kkk' mas aqui estou eu para da a minha opiniao tb. eu dividi mt as coisas, tipo livro livro e filme filme, pq se vc olhar o filme como livro ficou horroroso a adaptacao ne mas se vc ve o filme por si so eh mt bom. na maioria das coisas eu concordo c vc... amei a resenha e o seu blog! ja estou seguindo.. bjs
    tonsdeleitura.blogspot.com

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    Respostas
    1. kkkkkkk desculpe por ser tão longa! Me empolguei escrevendo. Mas obrigada por ter lido! E que bom que gostou. Acho que eu também faria parte do grupo de pessoas que não gostou do filme se tivessem mudado o final e a história principal do filme, mas não mudaram, então eu amei!
      Obrigada <3

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  2. Amanda, depois de ler sua resenha fiquei empolgada para ver o filme! Bjos

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  3. Que orgulho da minha amiga futura escritora (digo isso porque adorei o "Reino de Hatley" e gostaria que você fizesse a continuação da série, mas enfim, voltemos à minha parabenização...). Sério, amei muito a resenha e me deixou muito curioso pra assisti-lo... Mas meus parabéns não são apenas pela bela escrita que você demonstra, mas acima de tudo pelo seu capricho, carinho e amor que demonstra pela literatura... Amanda saiba que sempre te apoiarei e sou sincero quando digo: seu blog é fantástico! Agora preciso tirar um dia - ou dois- pra me atualizar e lê-lo por completo... Novamente parabéns e continue sempre com essa personalidade encantadora, amiga fiel e leal, enfrentando barreiras e obstáculos por aquilo que você acredita. Abraço do seu amigo que te ama muito viu...

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